quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

MOSSORÓ-RN: MORRE VÍTIMA DE CÂNCER A EX PROFESSORA DO EDUCANDÁRIO SILVIO MENDES,TIA LURDINHA

Faleceu na manhã desta quinta-feira, 18, a professora de português Lurdinha Formiga, mais conhecida como "Tia Lurdinha". Moradora da Rua Benício Filho, na Ilha de Santa Luzia, ela lutava contra um câncer no pulmão há alguns anos.
A professora lecionou por muitos anos no Educandário Silvio Mendes de Sousa, instituição que funcionou entre 1980 e 2000, na Rua Pedro Ciarlini no bairro Alto de São Manoel.
Em novembro do ano passado, amigos e ex-alunos da professora se mobilizaram através das redes sociais para realizar um bingo no intuito de arrecadar dinheiro para o seu tratamento.
A família ainda não repassou detalhes sobre o local e os horários do velório e sepultamento.


*Passando na Hora.

FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO

Fatores de risco e prevenção para câncer
Adotar hábitos saudáveis, evitando a exposição a fatores de risco, é a principal maneira de se prevenir contra o câncer e outras doenças, como cardiovasculares, respiratórias crônicas, renais e diabetes.
Conhecer os fatores que aumentam as chances de desenvolver essas doenças permite que as pessoas possam evitá-los, melhorando a qualidade de vida e reduzindo as chances de adoecer.
Os principais fatores de risco são tabagismo, alimentação não saudável e ingestão de bebidas alcoólicas. Radiação, infecções, exposição ocupacional a agentes cancerígenos e sedentarismo também estão relacionados ao câncer.
Confira a seguir de que maneira cada um deles interfere no desenvolvimento da doença:

 Agentes infecciosos
 Alimentação saudável
 Fatores ocupacionais
 Ingestão de bebidas alcoólicas
 Radiação solar
 Sedentarismo
Tabagismo

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

AMIGO DO GASPEC MORRE VÍTIMA DE ACIDENTE NA RN 233

É com tristeza, que o GASPEC recebeu a notícia da partida do amigo Berg Dauzacker!!
Consternados, pedimos a Deus que o receba de braços abertos em seu reino e conforte a todos os familiares.
"A despedida entre verdadeiros amigos nunca existirá, pois os nossos verdadeiros amigos não estão apenas no nosso dia a dia, mas estão no mais profundo sentimento da alma, independente de distância, circunstâncias e problemas amizades verdadeiras continuam a crescer".
Lucas Ben David

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

OAB Mossoró reinaugura sala de quimioterapia infantil

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Mossoró, através das comissões Caixa da Assistência e Advogado Iniciante, entregou na tarde de hoje a sala de quimioterapia infantil reformada.
Os recursos para a reforma foram obtidos através de doações feitas por advogados (as), empresas parceiras da OAB e colaboradores sensibilizados com a iniciativa. O trabalho contou ainda com paisagismo e arte da artista plástica Nôra Aires.
Além de melhorias como pintura e decoração da sala foram instaladas para cada poltrona televisores com fones de ouvido par entreter as crianças no momento do duro processo de quimioterapia.

A Liga Mossoroense abre processo seletivo para coordenador de enfermagem.

Quer fazer parte da nossa equipe? Envie seu currículo para rh@ligamossoroense.org e junte-se a nós.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Salário a combinar;
Fases da seleção: Análise de currículo e entrevista
Abertura da seleção: 08.01.2018
Fechamento da seleção: 17.01.2018
Divulgação do resultado: 30.01.2018

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

PARABÉNS PARA OS ANIVERSARIANTES DE HOJE!

Aretuza Gama, parabéns e muitas felicidades!!!
Quizia Costa, parabéns e que Deus esteja sempre com você e te proteja!!!
Jailma Torres, parabéns e que Deus lhe proporcione muita paz, saúde e tudo de bom!!!
Carminh Alves, parabéns e muitas anos de vida!!!
Socorro Pereira, parabéns!! Felicidades, paz, saúde e muitas vitórias na sua vida!!!!

ESTUDOS CONTRA O CÂNCER FOCAM EM ‘JOGADAS’ GENÉTICAS E TERAPÊUTICAS PARA AUMENTAR SOBREVIDA

Berlim – “É preciso jogar xadrez com o câncer”, afirmou Dieter Weinand, presidente farmacêutico da Bayer, durante o encontro anual da empresa com a mídia, no fim do ano passado, na Alemanha. A frase tenta resumir o foco dos estudos voltados para o tratamento da doença hoje no mundo: o máximo controle possível do câncer, até em estágios mais avançados. Assim, mesmo quando não há uma cura à vista — o que já ocorre em mais de 50% dos casos no Brasil, segundo a Fundação do Câncer —, o objetivo é sempre aumentar a sobrevida.
— Fazer uma jogada terapêutica, muitas vezes, é o caminho para driblar a doença. Há casos em que você estende a vida por 4, 5 anos, quando esse prazo antes era de, no máximo, seis meses — disse a gerente médica da Bayer no Brasil, Fabíola Puty, ressaltando que, para isso, é preciso estudar e entender a assinatura genética dos tumores, o que é bem complexo.
Para o cirurgião oncológico e diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni, o câncer já deve ser considerado uma doença crônica, e não aguda:
— Com os estudos de biologia molecular, de genética e de oncogenética sabemos que, quando falamos de câncer de mama, por exemplo, há diversos subtipos moleculares diferentes e, com esse conhecimento, é possível sintetizar medicamentos para essas alterações genéticas.
Maltoni ressalta ainda que os desafios da cura do câncer hoje estão relacionados, principalmente, a acesso ao diagnóstico e à informação.
— Nos países em desenvolvimento há muita desinformação, muitos mitos. O diagnóstico não é um atestado de óbito. Também é fundamental lembrar da importância de cuidar da própria saúde, de se alimentar adequadamente, evitando consumo excessivo de carnes vermelhas e bebidas alcoólicas, e não fumar. Quanto mais precocemente conseguimos detectar, melhor a chance de tratar de maneira adequada.
*A jornalista viajou a convite da Bayer

CUIDADOS COM O CÂNCER DE PELE NO VERÃO

No dia 21 de dezembro teve início o verão e com ele a hora de se preocupar ainda mais em cuidar da pele. A exposição solar excessiva, sem proteção aos raios ultravioletas, é a principal causa de câncer de pele não melanoma, o mais comum na população brasileira. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram estimados 175.760 novos casos da doença para o biênio 2016-2017, o equivalente a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.
Apesar da grande incidência, o câncer de pele é o tipo com menor taxa de mortalidade e altos índices de cura. Se diagnosticado precocemente, aliado ao tratamento adequado, até 90% dos casos são curáveis.
Referência no controle de câncer no Brasil, a Fundação do Câncer dá algumas dicas de como reduzir as chances de desenvolver a doença. Com hábitos simples e acompanhamento médico regular é possível se prevenir e curtir a temporada.

Horários para exposição ao sol

O ideal é antes das 10h e após as 16h. Fora desses períodos, a radiação solar é muito perigosa, favorece o envelhecimento precoce e aumenta os riscos de desenvolver câncer de pele. Com o banho de sol nos horários recomendados é possível garantir ainda boa absorção de vitamina D, que, entre os benefícios, fortalece os ossos.

Cuidados na praia ou piscina

Na praia, na piscina ou em qualquer outro local onde haja exposição ao sol, a proteção é sempre a melhor opção. Por isso, use sempre chapéus, bonés, roupas com proteção UV e guarda-sol (feito de algodão ou lona, evitando barracas de nylon). É essencial o uso de filtro solar com, no mínimo, FPS 30, contra radiação UVA e UVB, no corpo e nos lábios. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Eles ajudam a bloquear a ação dos raios solares. Também utilize óculos escuros com filtro ultravioleta, que previnem lesões oculares. A hidratação é outro item bem importante, não se esqueça de beber água, que desintoxica o organismo e contribui no fortalecimento das defesas do corpo.

Profissionais que trabalham ao ar livre

Pessoas que trabalham sob o sol são mais vulneráveis ao câncer de pele não melanoma. Além dos cuidados básicos de proteção, durante o dia deve usar camisas de manga longa e calças compridas e, sempre que possível, buscar abrigo na sombra. O protetor solar deve ser repassado e vale ressaltar que, fora do prazo, eles não oferecem proteção.

Sintomas que podem indicar câncer de pele

Feridas na pele que demoram a cicatrizar (em um período maior que quatro semanas), variações na cor de sinais que já existiam, manchas que coçam ou sangram e o surgimento de pintas com bordas irregulares podem ser indicativos da doença.
Importante destacar o chamado “ABCD” da transformação de uma pinta em melanoma. Ou seja: Assimetria – uma metade diferente da outra; Bordas irregulares – contorno mal definido; Cor variável – várias cores em uma mesma lesão; Diâmetro – maior do que seis milímetros. Caso perceba algum desses sintomas em você ou alguém da sua família, procure um profissional de saúde o mais rápido possível. O diagnóstico precoce é um bom aliado no tratamento da doença. Por isso, é fundamental o acompanhamento médico periódico.

*Grupos de risco

O câncer de pele se manifesta, na maioria dos casos, em pessoas com mais de 40 anos, de pele clara, olhos azuis ou verdes, cabelos loiros ou ruivos, pessoas albinas, histórico de câncer de pele pessoal ou na família. A doença é relativamente rara em crianças e pessoas de pela negra, com exceção dos portadores de lesões cutâneas anteriores.

*Perigo do bronzeamento artificial

As câmaras de bronzeamento artificial trazem riscos comprovados à saúde e, em 2009, foram reclassificadas como agentes cancerígenos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no mesmo patamar do cigarro e do sol. A prática de bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumenta em 75% o risco de câncer de pele, além de acelerar o envelhecimento precoce e provocar outras dermatoses.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Missa de seis anos de falecimento de Dom José Freire de Oliveira Neto

A Diocese de Santa Luzia de Mossoró convida a comunidade cristã para Missa de 6 anos de falecimento de Dom José Freire de Oliveira Neto. A missa será celebrada hoje, 10, às 17h, pelo vigário-geral Padre Flávio Augusto, na Catedral de Santa Luzia. Dom José Freire faleceu no dia 10 de janeiro de 2012, aos 83 anos, no hospital Wilson Rosado. Todos os fiéis estão sendo convidados.
· Transmissão da Rádio Rural de Mossoró

AUSTRALIANA QUE MORREU APÓS CÂNCER DEIXOU CARTA DE DESPEDIDA COM CONSELHOS PARA A VIDA

‘Reclame menos’ e ‘ajude mais’ foram algumas das lições deixados por Holly Butcher, de 27 anos.
Holly Butcher: jovem australiana deixou carta com conselhos de vida antes de morrer vítima de um câncer (Foto: Reprodução/Facebook)
Holly Butcher, uma australiana de 27 anos, deixou uma lição de vida durante seu tratamento contra o câncer. A jovem morreu na quinta-feira (4), conforme informaram seus familiares através de post no Facebook. Na mesma rede social, eles também publicaram uma carta deixada por ela e compartilharam alguns de seus conselhos de vida.
“É uma coisa estranha perceber e aceitar a sua morte aos 26 anos de idade. Isso é apenas algumas dessas coisas que você ignora. Os dias vão passando e você apenas espera que eles continuem vindo. Até que o inesperado aconteça. Eu sempre me imaginei envelhecendo e ficando com rugas – muito provavelmente causadas por minha linda família (cheia de crianças). Eu planejava construir isso com o amor da minha vida”, começou Holly.
“Esta é uma coisa da vida; é frágil, preciosa e imprevisível. E cada dia é um presente, não um direito dado. Eu tenho 27 anos agora. Não quero ir. Eu amo a minha vida. Estou feliz.. Devo isso aos meus entes queridos. Mas o controle está fora das minhas mãos”, seguiu a australiana, que iniciou uma lista de conselhos.
“Só quero que as pessoas parem de se preocupar tanto com as coisas pequenas e as tensões insignificantes na vida e tentem lembrar-se que todos nós temos o mesmo destino depois disso tudo. Então, faça o que puder para que seu tempo seja incrível, sem besteiras. Nesses momentos que você estiver lamentando por coisas ridículas, apenas pense que alguém está realmente enfrentando um problema. Seja grato pelo seu pequeno problema. Não faz mal reconhecer que algo é irritante, mas tente não continuar a carregar isso e afetar negativamente o dia de outras pessoas”, afirmou Holly
Ela ainda aconselhou para esses momentos sair, respirar ar fresco para ganhar fôlego. “Veja como o céu é azul e como as árvores são verdes; é tão lindo. Pense como você é sortudo por poder fazer isso: respirar”.
Holly aconselhou as pessoas a pararem de se preocupar com o trânsito, o corte de cabelo ou com a celulite… “É tudo tão insignificante quando se olha para a vida como um todo. Estou vendo meu corpo desaparecendo diante dos meus olhos e não há nada que eu possa fazer. E tudo o que desejo agora é que eu pudesse ter mais um aniversário ou natal com a minha família, ou apenas mais um dia com o meu parceiro e o meu cão”.
A australiana ainda destacou que é preciso não ficar obcecado com a forma física. “Lembre-se que há mais aspectos para a saúde do que o corpo físico”.
“Reclame menos, pessoal! E ajudem mais uns aos outros”.
“Dê, dê, dê. É verdade que você ganha mais felicidade fazendo coisas para outros do que para si mesmo. Gostaria de ter feito mais isso”, escreveu Holly, que ainda falou sobre a importância de deixar de gastar dinheiro com aquisições materiais.
“Compre algo para seu amigo em vez de outro vestido. Leve-os para uma refeição, ou melhor ainda, prepare uma refeição para eles. Dê para eles uma planta, uma massagem ou uma vela e diga quanto os ama. Use seu dinheiro em experiências. Ou ao menos não perca experiências porque gastou todo o dinheiro com coisas materiais”.
Holly termina a carta aconselhando as pessoas a fazerem boas ações para a humanidade: “Comece doando sangue”.
“Doações de sangue (mais bolsas que eu poderia contar) me ajudaram a continuar viva por mais um ano. Um ano que eu serei eternamente grata, que eu passei aqui na terra com minha família, amigos e cachorro. Um ano em que eu tive alguns dos melhores momentos da minha vida”.
Holly Butcher: jovem australiana deixou carta com conselhos de vida antes de morrer vítima de um câncer (Foto: Reprodução/Facebook)
Holly Butcher: jovem australiana deixou carta com conselhos de vida antes de morrer vítima de um câncer (Foto: Reprodução/Facebook)

*Fonte: Globo.com

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

PARABÉNS PARA OS ANIVERSARIANTES DE HOJE!!!

Lucivânia Costa, parabéns e muitas felicidades!!!
Vicente Benígno, parabéns e muitos anos de vida!!!
Ione Soares, parabéns, felicidades e tudo de bom!!!
Dalvaneide Oliveira, parabéns e que Deus lhe abençoe hoje e sempre!!!
Alcineide Alves, parabéns e muitas felicidades!!!
Lusia Silva, parabéns!! Paz, saúde e tudo de bom!!!
Vilza Carla, parabéns!!! Que Deus lhe proporcione muita paz, saúde e muitas vitórias!!
Elaine Soares, parabéns!! Que Deus esteja sempre com você e lhe proporcione vitórias e conquistas em sua vida!!! Feliz aniversário!!!

OAB Mossoró fará entrega de sala de quimioterapia infantil reformada

Presidente da OAB Canindé Maia fará entrega de equipamento nesta terça-feira
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Mossoró, através das comissões Caixa da Assistência e Advogado Iniciante realizará amanhã à tarde, às 14h, a entrega do reforma da sala da quimioterapia infantil no Hospital do Câncer de Mossoró.

Os recursos para a reforma foram obtidos através de doações feitas por advogados (as), empresas parceiras da OAB e colaboradores sensibilizados com a iniciativa. O trabalho contou ainda com paisagismo e arte da artista plástica Nôra Aires.

Além de melhorias como pintura e decoração da sala foram instaladas para cada poltrona televisores com fones de ouvido par entreter as crianças no momento do duro processo de quimio.

Para a presidente da Comissão do Advogado Iniciante, Maria Paula, a reforma da sala é uma das colaborações dentro das muitas ações sociais realizadas pela OAB junto a Associação dos Pacientes com Câncer de Mossoró e Região (AAPCMR):

“É muito gratificante trazer um pouco de cor e amor para essas crianças que desde cedo precisam lutar pela vida. E a OAB luta diariamente por essa e outras causas que tanto nos engrandece enquanto cidadãos”, explica a advogada Maria Paula.

Além da solenidade de entrega da sala reformada, as crianças e seus familiares terão ainda um momento de confraternização com lanche e presentes para os pequenos.​

*Fonte: Carlos Skarlack

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Liga do câncer de Mossoró abre processo seletivo para coordenação de enfermagem

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) lançou processo seletivo para coordenador de enfermagem. Os interessados devem enviar currículo para e-mail rh@ligamossoroense.org.
Além de Análise de Currículo, os candidatos passarão por entrevista.
A seleção começa nesta segunda-feira, 8, e vai até 17 de janeiro. O resultado da seleção deve ser feita no dia 30 de janeiro.
Os pré-requisitos para se inscrever são: Registro no COREN; Experiência em coordenação de enfermagem; Disponibilidade de horário; Conhecimentos em liderança de equipe e assistência de enfermagem.

*Fonte: Portal Mossoró Hoje.

PARABÉNS PARA OS ANIVERSARIANTES DE HOJE!!!

Karoline Carlos, parabéns pelo aniversário!!! Que Deus lhe abençoe hoje e sempre!!!
Sônia Gurgel, parabéns e muitas felicidades!!!
Ceiça Noronha, que Deus lhe abençoe e multiplique a sua idade! Parabéns!!
João Maia Pinto, parabéns, saúde, paz e tudo de bom!!!
Katia Alves, parabéns e muitas felicidades!!!
Francisco Batista, parabéns e muitos anos de vida!!!!

Como um câncer aos 37 anos mudou minha vida

Mãe de uma menina de três anos, britânica relata o impacto que o diagnóstico teve em sua vida e como encontrou forças para enfrentá-lo.

Por BBC/G1
Carly Appleby não ficou convencida quando os médicos descartaram um pequeno nódulo em seu seio, que parecia insignificante. Em fevereiro de 2017, ela foi diagnosticada com câncer de mama em estágio 3, localmente avançado. Aqui, a jovem mãe de 37 anos descreve o impacto da notícia e sua jornada desde então.
"Fazia um dia lindo e ensolarado em Costwolds (cadeia de pequenas colinas no centro da Inglaterra) quando fui diagnosticada com câncer de mama em estágio 3 - o que significa que ele já havia se espalhado para além da área do tumor inicial, que, no meu caso, foi nos linfonodos do braço.
Ainda na clínica, sentei, com meu marido do lado. Nós dois estávamos atordoados. Tenho 37 anos, sou uma mulher em forma e saudável - ou ao menos era isso que eu pensava -, sem nenhum histórico de câncer de mama na família.
A princípio, quando fui à consulta com minha ginecologista, ela descartou a possibilidade na hora. Passou menos de cinco minutos me examinando, encontrou um nódulo no meu seio - menor do que um grão de arroz, duro. 'Provavelmente é algo hormonal. Nada para se preocupar. Volte só se ele não for embora em algum tempo', disse ela tranquila.
Alguns meses se passaram e eu percebo que, sim, ele ainda está ali. Volto ao médico, desta vez para ver outro ginecologista. Ele me examina melhor, mas a conclusão é a mesma: 'Provavelmente, é um caroço gorduroso', diz. Um sinal de que estou ficando velha, eu penso.
Mas me incomoda. Aquilo não parece certo. Meu seio esquerdo doi quando minha filha de três anos brinca comigo ou me abraça.
Pedi para ir a uma clínica especializada e levei minha mãe para me dar apoio moral. Estava nervosa.
O médico me examina e diz: 'Não acho que seja nada para você se preocupar'. Infelizmente, não foi o que a ultrassonografia e a mamografia mostraram. Eu tinha uma área grande de calcificação - que costuma ser o sinal do início do câncer de mama. Eles fizeram uma biópsia dolorida e avaliaram os linfonodos embaixo do meu braço.
Todo esse processo teve um impacto enorme em mim. Eu nunca tinha pensado sobre minha própria morte. Eu ainda pensava em mim como uma jovem mulher, não como uma mãe de meia-idade. Mas nessa hora eu cheguei a pensar que não veria mais minha própria filha crescer.
Fiquei ansiosa sobre contar a outras pessoas sobre meu diagnóstico, mas eu queria conscientizar minhas amigas sobre o problema, então decidi usar as redes sociais. As respostas de apoio se multiplicaram.
O tratamento começou logo. Eu precisava de seis ciclos de quimioterapia, tinha que remover glândulas linfáticas de meu braço esquerdo, fazer uma mastectomia e, em seguida, radioterapia. Seria um longo ano, mas, ao menos, eu esperava estar livre do câncer no final dele.
O primeiro ciclo de quimioterapia não foi tão assustador quanto imaginei. Outros remédios foram aplicados em injeções lentas em uma cânula na minha mão. Todo o processo demorava três horas - e, enquanto isso, eu bebia muito chá.
Eu me sentia péssima nos dias que se sucediam ao tratamento. Era como estar de ressaca, só que sem a parte boa de uma noite toda bebendo. Não tinha energia nenhuma, não tinha apetite, me sentia doente, com muita sede e tudo doía. Ficava muito mal e desanimada. Mas depois disso, começava a me sentir mais normal.
Fiquei feliz com o início do tratamento. Eu pensava na quimioterapia varrendo o câncer para fora meio que como em um jogo de computador - como se o Pac-Man estivesse devorando todas as células ruins do câncer. Zap, zap, zap.
'Eu vou perder meu cabelo?', foi uma das primeiras perguntas que fiz ao médico que, obviamente, confirmou o que eu temia. Posso parecer vaidosa, mas acho que essa foi uma das coisas mais difíceis em todo o processo desde que soube do diagnóstico.
Comecei a procurar perucas. "Que tal uma peruca loira, mãe?", perguntou minha filha. "Aí você pode ficar mais parecida comigo!". Eu me fortaleço com o companheirismo dela. Juntas, escolhemos uma peruca de cabelo loiro e curto.
Decidimos que minha peruca precisa de um nome. Pensei em Betty ou Bertha, aí meu marido sugeriu "Chewbacca", do Star Wars, e minha filha veio com "Hairy Maclary from Donaldson's Dairy", um de seus livros favoritos. A gente riu bastante indo para casa.
Alguns dias depois, cortei o cabelo o mais curto possível. Queria diminuiu o choque que sentiria quando começasse a cair. Faz bem quando você está no controle disso.
Mandei à família e aos amigos a foto do meu cabelo curtinho. "Você parece mais jovem", disse minha irmã. Não acreditei nela.
Em todo o processo, minha filha parecia não estar entendendo muito bem o que estava acontecendo. Ela me perguntou se também iria perder cabelo e disse que não queria me ver careca. "Quem queria?", eu penso comigo mesma. Decidimos comprar uma peruca de brinquedo para ela.
Mas ela ainda ficava confusa com a quantidade de presentes que recebia. Houve uma onda enorme de cartões, flores, mensagens de esperança...e comida! Muita comida deliciosa! É engraçado como as pessoas reagem de forma diferente a essas notícias que todos temos que processar.
Meses depois, eu não me reconhecia mais no espelho. Inchada por causa dos esteroides, não tinha mais cílios, nem sobrancelhas, e estava careca.
Eu olhava invejosa para a cabeça do meu marido e dizia: "Mal posso esperar para ter a mesma quantidade de cabelo que você!" Nós dois ríamos - ele nem tem muito cabelo, mas já tinha mais do que eu.
No dia da cirurgia, eu fiquei um pouco vulnerável por ser operada sem ter nenhum cabelo. Eu estava sempre com lenços na cabeça ou então com minhas perucas - nós demos o nome de Betty para uma e Brunetti para outra. Mas eu não podia ter nenhuma delas comigo na cirurgia.
Quando voltei dela, não conseguia me mexer. Minhas pernas estavam cobertas por uma manta, que se move para cima e para baixo para evitar a coagulação do sangue. Tinha um tubo de oxigênio no meu nariz e eu estava com um catéter. No meu braço havia um dreno, e o líquido dentro dele me lembrava um milkshake de morango.
Eu podia apertar um botão para aliviar a dor, mas eu não reagia bem a morfina.
Optei pela reconstrução imediata do meu seio, o que significava um expansor de silicone temporário. Quando olhei pela primeira vez para o meu peito após a cirurgia, fiquei decepcionada em ver que estava praticamente reto. O implante iria inflar gradualmente para esticar a pele restante.
Minha cirurgiã disse que a operação havia sido bem-sucedida e que ela não detectara mais traços de tumor. Ela me visitava duas vezes durante o turno dela, parecia realmente se importar comigo - tinha mais ou menos a minha idade.
Na recuperação, eu tinha dificuldades para me mexer, para dormir e me vestir, então fiquei no hospital por cinco dias. Meu marido me visitava com minha filha, que fez quatro anos nesse meio tempo. Ela insistia em carregar meu dreno para o banheiro para mim. Ele tinha que me acompanhar em todos os lugares. Até que finalmente o removeram do meu braço - mas a dor que você sente quando isso acontece é como se alguém tivesse puxando uma corda de dentro de você.
Nas semanas seguintes, meu expansor no peito foi inflado com 50 ml de soro injetadas de cada vez . "Quantas são necessárias?", eu perguntei. "Quatrocentas", respondeu minha médica, "o peso do seu antigo seio".
"Então há uma ciência por trás disso", repliquei. Nós duas rimos na hora.
Mas eu fiquei chateada ao ver minha cicatriz. Não tinha cabelo, não tinha peitos, não tinha menstruação. O câncer de mama realmente rouba tudo o que é feminino em você. Mas eu estou viva! E o câncer já está fora de mim.
Eu também tenho o conforto das muitas mulheres jovens que também estão passando pela mesma situação. A Younger Breast Cancer Network (Rede Jovem de Câncer de Mama, em tradução livre) é um grupo online com mais de 3 mil mulheres com menos de 45 anos que compartilham suas experiências umas com as outras.
Outro dia, olhei no espelho e vi que meus cílios tinham voltado. Que momento incrível! Meu cabelo também começou a crescer de novo. Aos poucos, minha energia está voltando.
Cinco semanas depois da minha cirurgia, eu soube que havia tido uma resposta patológica completa. Era a melhor notícia possível! Significa que não há mais nenhum sinal de câncer nem no seio, nem em nenhum lugar. O tumor foi completamente erradicado pela quimio. Pac-Man realmente devorou todas aquelas células cancerosas.
Leva um tempo para você se acostumar com o fato de que não há mais evidência nenhuma da doença depois de meses de ansiedade.
Tenho uma tomografia agendada para fazer a preparação para a radioterapia e minha primeira tatuagem: três pequenos pontos verdes para que os técnicos possam saber onde alinhar a aplicação.
Também tomo injeções de quimio a cada três semanas na coxa e comecei a fazer um tratamento hormonal que fará parte da minha rotina diária pelos próximos 10 anos, uma tentativa de impedir o câncer de voltar.
Mas tudo isso combinado faz com que eu tenha sintomas de menopausa. As ondas de calor e as noites de suadeira são mais duas coisas que estou tendo que lidar aos 30 anos.
Passei por 15 sessões de radioterapia, indo todos os dias ao hospital para o tratamento. Nas redes sociais, descobri que muitos pacientes tocavam um sino no dia que terminavam a última sessão. Consegui que instalassem um na unidade oncológica do hospital onde eu estava e logo bati o sino bem alto para marcar o fim do meu tratamento - todos aplaudiram em volta. Não acredito que acabou!
Alguém me disse uma vez que ter câncer faz você perceber o quanto é amada. Agora que acho que cheguei ao fim dessa jornada, posso dizer que isso é a mais pura verdade."

domingo, 31 de dezembro de 2017

FELIZ ANO NOVO! UM ANO DE 2018 ABENÇOADO PARA TODOS!!!!

Queremos pedir a Deus a graça, o dom da esperança, da esperança de que juntos possamos construir dias melhores para todos nós. Entremos neste ano novo com uma consciência nova, marcada sobretudo pelos valores do Evangelho. Recordemos aquilo que diz Jesus no Evangelho: 'Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância'.
Que a cada passo que dermos neste novo ciclo que ora começa, seja passo firme, calcado na determinação, na esperança e, principalmente no amor que é a sensação mais perfeita que Deus nos permitiu sentir.
Feliz 2018. Felizes sejam todos os que fazem parte desta abençoada família, que é o GASPEC. 
Que Deus abençoe cada voluntário e faça com ele(a) se sinta feliz na família GASPEC! Feliz 2018!!!

FELIZ ANO NOVO PARA OS CASAIS!!!

Que 2018 seja melhor que 2017!!! Adeus ano velho, feliz ano novo!!!