quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Novo exame de sangue pode detectar início de câncer, diz estudo

Um novo exame de sangue criado por cientistas americanos foi capaz de identificar estágios iniciais de câncer de mama, pulmão, ovário e colorretal em 86 pacientes. A equipe de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, conseguiu detectar fragmentos genéticos específicos da doença por meio do teste, uma tentativa de fazer o diagnóstico precoce do câncer, de maneira não invasiva. Os resultados do estudo foram publicados nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.
“Esse é um dos primeiros estudos a olhar diretamente para o câncer em seus estágios iniciais, pelo que sabemos”, afirmou Victor Velculescu, professor de oncologia no Centro Kimmel para o Câncer, da Universidade Johns Hopkins, e um dos autores do estudo, à Reuters.

*O Xerife.

APODI-RN: ESTUDOS DA LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO

I Roda de Estudos da Lei Brasileira de Inclusão será no dia 23 de agosto em Apodi.
O evento acontecerá na próxima quarta feira, 23 no Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi a partir das 14 horas.
A LBI (Lei Brasileira de Inclusão) é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando a sua inclusão social e cidadania.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

JOVEM LANÇA LIVRO APÓS FICAR CEGO E ENFRENTAR CÂNCER PELA 4ª VEZ AOS 14 ANOS

Gabriel Santos Souza lida com doença desde os oito meses e espera seguir como escritor. Conto de terror ‘Magno, o Espantalho’ teve as primeiras cópias distribuídas a professores e colegas em Colina.
Estudante Gabriel Santos Souza, de 14 anos, perdeu a visão devido a um câncer na retina (Foto: Antonio Luiz/EPTV).
Enfrentar o câncer pela quarta vez e perder a visão por causa da doença aos 14 anos não foram motivos suficientes para o estudante Gabriel Santos Souza desistir do sonho de publicar seu primeiro livro.
Apaixonado pela literatura, o jovem de Colina (SP) transformou uma atividade em sala de aula no ponto de partida para a obra de terror “Magno, o Espantalho”, com os primeiros 200 exemplares lançados para colegas e professores da Escola Técnica Agropecuária Municipal São Francisco de Assis.
A ideia surgiu depois que a professora de Língua Portuguesa pediu a Souza para escrever uma redação sobre o Halloween. As linhas do conto ganharam mais páginas do que o esperado. Ao ler o texto, um professor de história digitalizou o material.
“O conto foi criando corpo, ficando maior e acabou virando livro”, explica o garoto, que teve a ajuda de amigos da escola para finalizar a obra.
As ilustrações, por exemplo, foram feitas por alunos do terceiro colegial. “Jamais imaginava que ia conseguir chegar aonde cheguei. Só consegui chegar a esse ponto com a ajuda dos amigos. É uma emoção muito grande”, diz.

Superação

A história de superação de Souza começa quando ele tinha apenas oito meses, quando foi diagnosticado com retinoblastoma, um câncer raro na retina. A mãe dele, a dona de casa Irani Souza, percebeu a mudança de cor no olho esquerdo do bebê e procurou um médico em Mato Grosso do Sul, onde a família até então morava, na zona rural. A pedido do médico, a família teve que se mudar para São Paulo (SP) para iniciar os tratamentos.
Depois de ser dado como curado pelos médicos, Souza novamente foi diagnosticado com a doença. Dessa vez, os dois olhos foram afetados e a criança perdeu a visão. O olho esquerdo teve que ser substituído por uma prótese.
Aos 7 anos, um novo drama surgiu com a aparição de um tumor no joelho. Câncer mais uma vez curado, mas que voltou no braço. Hoje o garoto faz quimioterapia no Hospital de Câncer de Barretos (SP), a 25 km de Colina.
“É até estranho falar, mas ele teve um retinoblastoma que recidivou no osso. É uma doença que é muito rara. Pode dar metástase para outros lugares, que é quando a raiz do tumor sai e vai para outras partes do corpo. Nele, infelizmente, foi para o osso, que é mais raro ainda”, explica a oncologista Nádia Rocha, que atende o jovem em Barretos.
A médica conta que os tratamentos de quimioterapia e radioterapia e as cirurgias não tiraram o ânimo e a vontade dele em continuar com as atividades do dia a dia.
“Ele vem para o hospital, faz a quimioterapia, e volta pra casa, fazer as atividades diárias dele. A única coisa que ele pergunta pra gente quando tem que tratar de novo é se ele pode continuar indo pra escola, brincando, fazendo o que ele sempre faz. Isso pra gente é muito gratificante, pois, apesar do tumor, a criança continua com a qualidade de vida dela normalmente”, diz.

União

As dificuldades e barreiras de Gabriel Souza foram sempre acompanhadas de perto pela família. Os pais Irani Souza e Daniel Souza também tiveram que se adaptar às diversas mudanças no quadro de saúde do filho, além da nova vida na capital paulista.
“Mudamos da selva de mato pra selva de pedra. Tive que me adaptar mais na área de serviço, não deixar nada faltar. Além das dificuldades que a gente passou na parte de tratamento do Gabriel, a parte de serviço, de manter a casa, pagar o aluguel, é uma coisa que me preocupava tanto quanto a doença dele”, afirma o pai.
A estabilidade, agora, em Colina, é motivo de comemoração para a mãe. “Foi um prêmio da vida. Deus nos recompensou imensamente. Ver o Gabriel do jeito que ele é, forte, determinado, a gente dá todo apoio para ele, porque ele quer vencer, acredito que ele vai vencer”, conta.

Livro de terror

Souza se declara eclético quanto aos temas que mais lhe despertam a atenção. Ligado a filosofia e meditação, Souza também tem uma inclinação para histórias de aventura, acampamento e terror e as cria desde quando tinha 5 anos.
“Acho que herdei isso dos meus pais, sabe? Eles são bem aventureiros e acho que consegui herdar isso deles.”
No quarto do jovem, com as paredes decoradas por máscaras de fantasias assustadoras, se vê de onde vem parte da inspiração para “Magno, o Espantalho”. O livro fala de um menino que sofreu na infância e na adolescência e que, após ser tratado como escravo, é transformado em um espantalho assassino que assombra uma escola agrícola.
Além do local em comum, alguns personagens fazem parte da vida real do garoto, como a professora Daniela, de português, o Montanha, de história, o pai dele, Daniel Souza, e o próprio Gabriel.
“Vou querer seguir a carreira de escritor sim, fazer vários livros. Esse é meu plano de vida agora. Ainda seguindo o tema de terror, porque é a minha especialidade. Já estou pensando em novas histórias, mas são surpresa. Vou começar a escrever o segundo livro após a próxima edição de ‘Magno, o Espantalho’, que ainda não tem data determinada”, promete.
Livro de terror é o primeiro escrito pelo estudante Gabriel Santos Souza, de 14 anos (Foto: Antonio Luiz/EPTV)

Final feliz

Segundo a mãe Irani, a escolha do garoto por histórias de terror foi uma surpresa, pois Gabriel, desde bebê, sempre foi um menino tranquilo, calmo e compreensível.
“É um menino muito especial, cheio de luz. E a gente apoia ele. A gente achou diferente esse gosto por terror. Então, ele é uma mistura. Eu acho que para ser feliz nesse mundo é legal ter um pouquinho de cada. Na vida a gente enfrenta de tudo um pouco, então o Gabriel é preparado para tudo. Ele tem uma cabeça muito boa”, conta.
O pai não esperava que a atividade escolar fosse tomar uma proporção tão grande. “Foi um esforço coletivo. O Gabriel entrou com a história e o pessoal fez todo o corpo. Foi o conjunto. Foi muita amizade”, diz Daniel Souza.
A realização dá forças para a família continuar acreditando na recuperação do jovem e em uma vida menos sofrida pelos próximos anos. “Eu sei que ele vai vencer. Essa doença não é mais forte que ele. Deus é maior, está à frente de tudo. A gente tem muita fé. Ele tem uma mente muito boa”, afirma a mãe.
Pais de Gabriel esperam cura definitiva de câncer no garoto (Foto: Antonio Luiz/EPTV)

*Fonte: G1.Globo.com

domingo, 13 de agosto de 2017

HOMENAGEM DO GASPEC A TODOS OS PAIS

Ser Pai
Ser pai é diferente de parecer pai, e isso eu aprendi com você, meu amado pai. Você me ensinou que ser pai é tanto saber impor e disciplinar quanto saber brincar e permitir ao seu filho.

Ser pai é ser voz grossa de autoridade e ser carinho e beijo de amor. É ser firme e ao mesmo tempo coração mole. É ser ruga constante de preocupação e sorriso de ternura. É ser sabedoria que ensina, mas que também está disposta a aprender com seu filho.

Ser pai é ser o que você é e sempre foi, meu pai, diariamente dando o exemplo de vida de um grande homem, generoso, honesto, persistente e lutador. Feliz dia dos pais, meu pai! Você é a minha inspiração e eu amo você com todo o meu coração!

Feliz Dia dos Pais para todos!!!!

‘DOEI MINHA PELE À MINHA IRMÃ GÊMEA COM CÂNCER’

As irmãs gêmeas americanas de 66 anos Marian e Mary Jane Fields, do Missouri, nos Estados Unidos, viveram juntas a vida inteira –e agora estão ainda mais próximas ao dividir a mesma pele.
Marian Fields teve um tipo agressivo e muito raro de câncer de pele que a deixou com feridas grandes e abertas em volta da coluna depois de várias operações e tratamentos com radiação.
Ela estava começando a perder as esperanças em uma possível recuperação após cirurgiões plásticos americanos se negarem a tratar seu caso por causa do tamanho da ferida.
Até que sua irmã gêmea Mary Jane chegou com a solução.
“Houve um momento de hesitação quando a opção de doar pele e tecidos se tornou uma possibilidade”, disse Mary Jane.
“Eu tinha o que ela precisava. Somos dois corpos com uma alma. Ela é minha outra metade.”
Cirurgiões trabalharam por 14 horas para remover o câncer de pele das costas de Marian
Jesse Selber, um cirurgião plástico do Centro de Câncer MD Anderson da Universidade do Texas, que fez o primeiro transplante de couro cabeludo da história, disse que a cirurgia foi “incrivelmente desafiadora e complexa”.
Sua equipe de cinco cirurgiões plásticos retirou pele, tecido e vasos sanguíneos do abdômen de Mary Jane e os colocou nas costas de Marian, conectando oito artérias diferentes e veias através de um microscópio durante a cirurgia.
O buraco nas costas de Marian media 55 cm por 22 cm, o que faz da cirurgia o maior transplante de tecidos já registrado.
Ao doar pele à sua irmã, Mary Jane acabou realizando –ou ganhando, dependendo do ponto de vista– uma cirurgia plástica abdominal.
Ter uma gêmea idêntica facilitou o processo de transplante para Marian porque nenhuma supressão de seu sistema imune foi necessária –ainda assim os riscos eram imensos.
Os cirurgiões disseram que estavam preocupados com a possível rejeição da pele doada e do reaparecimento do câncer.
Apesar do tumor nas costas de Marian ser bem agressivo, não é um tipo que se espalha para outras partes do copo, então receber pele e tecido de sua irmã foi a solução perfeita.
“Os ferimentos de Marian eram grandes demais. Sem sua irmã gêmea, não teríamos tecido suficiente para reconstrução.”
Mary Jane e Marian em uma consulta com Selber
A cirurgia levou 14 horas e envolveu “um corte profundo através de pele, músculo e osso” seguida de “horas de trabalho microvascular meticuloso”.
A cirurgia foi planejada detalhadamente de antemão –e valeu a pena, segundo Selber. “A cirurgia foi muito bem”, disse.
Antes do transplante, Marian sofria de dores terríveis. Ela não conseguia deitar de costas ou sentar direito em uma cadeira.
Um mês após a cirurgia, as gêmeas foram liberadas, os pontos foram retirados e elas voltaram para casa.
“Eu não vejo a hora de voltar ao trabalho, dirigir, correr e sentar confortavelmente.”
“Eu nunca estive doente antes de 2012 e estou pronta para voltar à vida.”

Fonte: Folha de S. Paulo.

GAROTINHA VIRA ‘SUPER-MULHER’ EM ÚLTIMO DIA DE QUIMIOTERAPIA NOS EUA

Pais e equipe médica vestiram a menina de apenas 1 ano com roupa de super-herói para comemorar fim do tratamento.
Com apenas 1 ano, Emilie Meza já passou pela quimioterapia no Hospital Pediátrico John Hopkins em São Petersburgo, na Flórida. Ela foi diagnosticada com um tipo de câncer no sangue, chamado de leucemia mielogênica aguda, com apenas nove meses de vida. Nesta quarta-feira (2), foi fantasiada de ‘super-mulher’ após terminar a última etapa do tratamento.
Em sua página do Facebook, a família escreveu: “Hoje está sendo um dia tão especial, assustador, emocionante e cheio de alegria. Emilie recebeu alta do hospital, e estaremos perto da Casa Ronald McDonald a cerca de 5 minutos”.
Durante a caminhada de Emilie vestida de “super-mulher”, um sino comemorativo foi tocado para representar o fim da quimioterapia. “Ah, foi um sentimento incrível”, dissa à emissora ABC News a mãe da menina, Roxana Meza. “Surgiram muitas lágrimas em meus olhos… lágrimas de alegria. Ela passou por muita coisa e não sabe o porquê, já que é tão pequena. Foi difícil em muitos momentos, mas sentir que a quimioterapia passou é incrível”.
Emilie ao lado do pai, Eduardo, e seu doador de medula (Foto: Reprodução/Facebook)

Quando descobriou o câncer, Emilie precisava de um transplante de medula óssea, mas não conseguiu nenhum doador compatível. Então, seu pai, Eduardo Meza, se tornou o doador.
“A primeira parte do processo de transplante ela já completou, limpando a medula óssea com altas doses de quimioterapia e substituindo pela do doador”, disse o médico Benjamin Oshrine à ABC News. “Definitivamente, já foi uma viagem. Ainda há muito o que fazer”.

Fonte: G1 – Bem Estar

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

GASPEC TEM IMPORTANTE REUNIÃO NA LIGA MOSSOROENSE!!!

De ontem, 09 de agosto de 2017.
Reunião bastante proveitosa na liga mossoroense com o Dr Marcondes Diógenes. Direitor da liga mossoroense com a família Gaspec Apodi (Grupo de Assistência as Pessoas com Câncer: Maria das Graças da Silveira).
O Gaspec Apodi hoje está comemorando 6 anos de trabalho, lutas e vitórias!
Que deus abençoe a todos voluntários todos Gaspec!!!!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

APODI-RN: SEBO CANTO DAS LETRA EM NOSSA CIDADE!


Mestrado sobre gestão e regulação de recursos hídricos busca chegar a todas as regiões do Brasil

Instituições de ensino superior interessadas em oferecer o Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua) podem enviar suas propostas de adesão até 21 de setembro para os e-mails profagua@adm.feis.unesp.br ou profagua.central@gmail.com. Segundo o edital de seleção, oito instituições serão selecionadas e cada uma deverá oferecer pelo menos 20 vagas, totalizando no mínimo 160 mestrandos. O Centro-Oeste, o Nordeste e Norte terão duas instituições cada e tanto o Sudeste quanto o Sul terão uma. O ProfÁgua recebe apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

A prioridade será para estados onde ainda não há o mestrado e os totais por região poderão ser alterados caso não haja propostas ou caso elas não sejam aprovadas em sua totalidade. Coordenado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) – Campus de Ilha Solteira, o ProfÁgua conta com 114 mestrandos na própria UNESP e em outros cinco polos: Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Podem participar da seleção instituições de ensino credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC), ou órgão estadual equivalente, para oferta de cursos superiores com Índice Geral de Cursos (IGC-MEC) maior ou igual a 3 na data de adesão a esta chamada pública. As propostas das instituições de ensino superior deverão conter os documentos previstos no edital, como o ofício de encaminhamento do pedido de adesão ao mestrado, o documento de aprovação institucional do curso, o Anexo I – Formulário de Dados Institucionais e o Anexo II – Formulário de Produção Acadêmica e Técnica. Ambos podem ser acessados na página do ProfÁgua.

Esta seleção será realizada pelo Conselho Superior do ProfÁgua juntamente com o Conselho Gestor, levando em consideração a Portaria CAPES nº 59/2017. As propostas das instituições de ensino superior serão avaliadas sob os seguintes critérios: adequação do quadro de docentes em número, regime de dedicação ao curso e qualificação acadêmica para assegurar a regularidade e qualidade das atividades, conforme normativos da CAPES. Ainda sobre os professores, a avaliação das propostas levará em conta a multidisciplinaridade do corpo docente e a adequação do quadro de docentes às áreas de concentração e linhas de pesquisa do ProfÁgua.

Outros aspectos que serão levados em consideração nas propostas são a conveniência geográfica; o impacto da produção acadêmica e técnica dos docentes; a contribuição e impacto social do curso; e a infraestrutura física adequada para a realização das atividades previstas. Os critérios de seleção podem ser acessados no Anexo III da seleção.

A lista de propostas pré-qualificadas será divulgada a partir de 10 de outubro na página do ProfÁgua e os recursos poderão ser enviados até 17 de outubro. Na semana seguinte, em 24 de outubro, acontecerá a divulgação da lista final das propostas selecionadas.

Em caso de dúvidas sobre a seleção, os interessados devem enviar e-mail para profagua@adm.feis.unesp.br ou profagua.central@gmail.com.

ProfÁgua

Lançado em 2016, o ProfÁgua é voltado para profissionais que atuam na gestão e regulação dos recursos hídricos e os trabalhos de conclusão do curso deverão ter um caráter de conhecimento aplicado, podendo ser no formato de manuais operativos, relatórios técnicos, aplicativos, patentes, artigos, sistemas ou mesmo dissertações. Com esta iniciativa, a ANA e a CAPES buscam contribuir para a melhoria da gestão e regulação das águas do País.

*Texto:Raylton Alves - ASCOM/ANA

sábado, 5 de agosto de 2017

CONVITE MISSA DE 30º DIA!

Os familiares de Raimundo Alves Medeiros(Raimundinho de Serra Negra) ainda consternados com o seu falecimento, convidam parentes e amigos para a missa de 30º dia, que será celebrada nesse domingo, 06 de agosto na Igreja Matriz de Apodi, às 08 horas da manhã.
A família enlutada, agradece a todos que comparecerem a esse ato de fé e piedade humana!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Casa Durval Paiva - Juntos Com Você!!!


NOVO EXAME TRAÇA PERFIL DO CÂNCER DE MAMA E REDUZ EFEITOS ADVERSOS

Teste desenvolvido pela Fiocruz pode mudar tratamento da doença
Desenvolvido no Rio de Janeiro, um novo tipo de exame molecular promete mudar estratégias no tratamento do câncer. Diferentemente da maioria dos testes disponíveis no mercado, ele não busca alterações em genes associados às causas da doença. A meta é identificar que genes estão ativos somente nos tumores, mesmo que não sejam eles próprios a origem da doença. Com isso, os criadores do teste esperam reduzir efeitos colaterais e aumentar as chances de cura e sobrevida dos pacientes.
Resultado do trabalho de pesquisadores do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), o diagnóstico molecular já recebeu uma patente e será testado em pacientes por meio de uma parceria com o hospital A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo. Na primeira etapa do trabalho, apenas o câncer de mama está em estudo.
“Mas essa metodologia pode ser empregada para analisar qualquer tumor sólido, além de doenças associadas ao envelhecimento, como o mal de Alzheimer”, explica o especialista em bioinformática do CDTS/Fiocruz Nicolas Carels, um dos cientistas envolvidos no desenvolvimento da metodologia.
O teste é personalizado, pois traça um perfil do tumor específico da paciente. Porém, revela também informações que podem ser usadas para os médicos avaliarem que combinação específica de medicamentos uma determinada paciente deve tomar.
“Quanto mais específico o tratamento, maior a eficiência e menor o risco de efeitos colaterais. Isso porque se reduz a possibilidade de receitar medicamentos que não trarão benefícios, mas nem por isso deixarão de causar efeitos adversos”, observa a coautora do trabalho Tatiana Tilli, também do CDTS/Fiocruz.
Ela lembra que os efeitos colaterais da quimioterapia devastam a saúde dos pacientes com câncer e aumentam os custos do tratamento da doença. Nos Estados Unidos, onde há estimativas mais precisas, sabe-se que tratar os efeitos adversos da quimioterapia consome 70% do US$ 1 bilhão gastos por ano somente com o câncer de mama, o mais frequente em mulheres tanto aqui quanto lá.
“O peso dos efeitos colaterais assusta. No Brasil, ninguém sabe ao certo quanto custa um paciente com câncer, uma doença cara. Mas se sabe que 80% deles se tratam no Sistema Único de Saúde (SUS) porque não conseguem arcar com os custos do tratamento. Por isso, encontrar formas de reduzir sofrimento e também os custos é extremamente importante para a saúde pública”, destaca Tatiana.
Os pesquisadores analisaram amostras de tumores de mama de 85 mulheres. Encontraram 75 genes alterados em todas elas. E para a metade deles já existem medicamentos aprovados. O teste analisa alterações nos tumores e as compara com amostras de tecidos saudáveis da mesma paciente. Segundo os cientistas, interferir nos 50% já promete melhorar a qualidade de vida das pacientes. “Nosso foco não são as causas, mas o que está ativo no caos. Por isso, o diagnóstico foca no transcriptoma”, diz Carels.
Transcriptoma é o nome dado ao conjunto dos RNAs numa célula. A grosso modo, é o resultado da expressão dos genes. O número e o tipo de genes ativos varia em função da natureza da célula. Uma célula da mama tem “ligados” genes diferentes dos acionados numa célula do fígado, por exemplo.
Num tumor, uma série de genes está alterada. Genes que deveriam estar desligados, funcionam. Outros que deveriam estar trabalhando, são silenciados. Células tumorais são um território de caos genético.
“Com a metodologia que desenvolvemos, podemos identificar no meio desse caos que genes são realmente importantes para a proliferação do tumor. E então buscar drogas que ataquem diretamente esses genes. Procuramos cinco alvos muito específicos, que podem variar de uma pessoa para outra. Ao atacar esses alvos, esperamos desativar as fontes de sobrevivência do tumor”, explica Carels.
O projeto teve financiamento aprovado pelo edital “Apoio ao Empreendedorismo e Formação de Start-ups em Saúde Humana do Estado do Rio de Janeiro”, da Faperj. Com a crise no estado, o dinheiro nunca chegou. Mas o coordenador-geral do CDTS, Carlos Medicis Morel, espera que a parceria público-privada com o A.C. Camargo permita dar prosseguimento ao trabalho: “A parceria público-privada é um mecanismo importante com ou sem crise.”

*Fonte: Gazeta Online 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O JULHO VERDE CONTINUA!!!


OS GRANDES PROGRESSOS NO TRATAMENTO DO CÂNCER

Além das terapias, também houve mudança na postura médica no tratamento do câncer. Agora, a estratégia é definida por uma equipe multidisciplinar
Câncer (iStock/Getty Images)
Há meio século, os pacientes com diagnóstico de câncer eram tratados com as poucas armas disponíveis: cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Geralmente, a decisão sobre os tratamentos propostos eram tomadas pelo médico e estavam focados no melhor resultado esperado em termos de chance de sobrevida, independentemente de qualquer outra consequência.
As autoridades médicas eram poderosas por terem o conhecimento de uma literatura inacessível a outros médicos e impossível de ser acessada ou compreendida por pacientes. Eles utilizavam ainda o argumento da experiência pessoal para justificar as decisões. O paciente e a família, na maioria dos casos, aceitava esta autoridade sem questionar. Não havia como questionar.
Mas, na verdade, pouco se conhecia sobre a biologia da doença, pouco se podia oferecer para a maioria dos pacientes. Apenas um em cada três casos de câncer eram curados. Era um tempo em que se usava da experiência de cada um ou de cada instituição e da cega confiança e esperança dos pacientes.

Os progressos no tratamento

Nos anos 1960 até 1990 registraram-se inúmeros progressos com novas técnicas cirúrgicas, com destaque para as cirurgias oncológicas regradas baseadas em conhecimento da disseminação tumoral. Os cirurgiões dessa época avançaram muito nas reconstruções, possibilitando uma sobrevida com menor morbidade. Também na radioterapia houve ganhos com novos equipamentos, mais precisos e capazes de tratar melhor, produzindo menos sequelas. Na quimioterapia algumas drogas novas surgiram e elas foram combinadas trazendo maior eficácia aos tratamentos.

Comparação entre tratamentos

O maior salto, no entanto, foi o fato de que os resultados de diferentes tratamentos passaram a ser comparados e questionados. Velhos dogmas foram quebrados. Agora, as decisões terapêuticas passaram a ter mais base científica e os médicos a discutir casos entre especialidades. Mas ainda havia muita rivalidade. Nessa época ocorreram melhoras significativas dos resultados, um em cada dois pacientes eram curados. No entanto, por vezes, a ciência era atropelada pela arrogância. Foi a época do início da colaboração entre especialidades para maximizar os efeitos terapêuticos e minimizar as sequelas do tratamento.

Progressos extraordinários

A partir dos anos 1990 os progressos foram extraordinários. Cirurgiões tornaram-se cada vez mais especializados e passaram a usar novos instrumentos como a endoscopia, a cirurgia videoassistida e, mais recentemente, a robótica. Refinaram-se as técnicas de reconstrução. A radioterapia progrediu de forma exponencial. Agora, radioterapeutas não poderiam mais continuar a ser generalistas. Eles também se dividiram em subespecialidades. A oncologia clínica mudou drasticamente pelo aparecimento de novas drogas, novas combinações e, mais recentemente, com as drogas-alvo e imunomoduladoras.
Ninguém mais consegue entender tudo. Houve uma pulverização em subáreas dentro da especialidade. Agora não há como exercer a oncologia sem especialização fina, sem cooperação entre especialistas.

Maior precisão

Pacientes oncológicos atuais recebem o benefício de diagnóstico e estadiamento mais precisos, terapêuticas mais baseadas na história natural da doença e em resultados de estudos criteriosos. Não há mais campo para o médico individual decidir o tratamento. São equipes multiprofissionais, lideradas por um ou outro de seus participantes que coordena o tratamento.
No entanto, por vezes, mesmo com todo o conhecimento acumulado existem divergências quanto a determinadas condutas. Uma segunda opinião, de equipes mais especializadas e experientes pode ser necessária. Aqui sempre fica um dilema. O paciente e a família, ansiosos pelo melhor, podem buscar ajuda de quem prometa resultados mágicos, aqueles que são mais agradáveis de serem ouvidos. No entanto, o preço da cura pode ser um período difícil e doloroso. Os atalhos podem custar a vida.
Hoje curamos dois de cada três pacientes. Eles participam da decisão porque agora têm acesso irrestrito a informações e elas são, de modo geral, compreensíveis. Eles têm oportunidade de questionar suas equipes médicas. E as equipes estão cada vez mais preparadas para discutir opções, rever rumos, adotar novas alternativas. O tratamento não é mais dogmático. Surgem novidades com muita frequência. Os médicos precisam ter a agilidade – mas também a necessária parcimônia – em adotar novos procedimentos.
Estamos agora mergulhados em um mar de informações. Como lidar com isso tudo?
Em primeiro lugar, se as equipes médicas não tirarem benefício dos progressos científicos, elas não estarão oferecendo a seus pacientes tudo aquilo que pode ser usado, diminuindo suas chances de cura. Em pouco tempo, estas equipes cairão em descrédito e sofrerão pesadas críticas pelo anacronismo das decisões tomadas. Para utilizar as melhores evidências científicas, não basta ler os últimos artigos. É necessário saber medir a qualidade da informação. É preciso ler com espírito crítico, mas com a mente aberta para absorver novos conceitos.
Em segundo lugar, existem classificações que auxiliam na tomada de decisões de acordo o “nível de evidência”. De um modo geral, meta-análises (um compilado de estudos randomizados), estudos controlados com casos e controles submetidos a diferentes tratamentos (os chamados estudos randomizados) são considerados os mais poderosos.
No entanto, não existem tais estudos para responderem a todas as perguntas do dia-a-dia dos médicos e de seus pacientes. Por exemplo: podem existir informações de que determinado tratamento é melhor que outro em vários estudos. Nesse caso, pouco questionamento existe sobre a validade de indicar o tratamento identificado como mais eficiente.
Por outro lado, ele pode não ter sido testado em pacientes idosos, excluídos dos estudos originais. Como o médico poderá tratar pacientes reais desta faixa etária? Pode extrapolar os resultados daqueles estudos e aplicar nesse grupo específico de pacientes? Certamente, não existindo a melhor evidência científica, a equipe médica deverá adotar condutas baseadas em outras fontes e até mesmo na experiência para tomar decisões dessa complexidade.
Em terceiro lugar as evidências têm sido utilizadas para construção de diretrizes(guidelines) de diagnóstico e tratamento. São ferramentas úteis que facilitam as atividades médicas no dia-a-dia. Elas oferecem um guia para a prática, mas não podem ser tomadas como inquestionáveis ou imutáveis. Elas ajudam a melhorar a assistência à população, mais pelas contraindicações a tratamentos não comprovados do que pela indicação precisa. Elas não substituem o juízo clínico apurado na responsabilidade pela tomada de decisões complexas em pacientes individuais.
Em quarto lugar, outro contexto a ser lembrado é aquele relacionado a disponibilidade dos meios. Em países como o Brasil, as realidades locais podem ser muito distintas. Por exemplo, o melhor meio para diagnóstico de metástase de determinado tumor pode ser um PET-CT. Mas o equipamento mais próximo pode estar a milhares de quilômetros. Ou o melhor tratamento exige um equipamento como a Próton terapia, indisponível no país.
As equipes médicas terão que julgar se estas tecnologias trariam um benefício tão marcante para pacientes específicos que justificariam uma custosa transferência para outros locais. Na maioria dos casos, o impacto é limitado e o melhor a fazer é utilizar o melhor recurso local disponível para benefício dos pacientes.

Conhecimento foi o grande diferencial

Lamento dizer, mas a medicina baseada em evidência não é atual. Sempre se utilizou a melhor evidência disponível para a tomada de decisões. O que mudou é o volume de conhecimento que norteia a prática. Isto fez com que o fato de ser, outrora, uma prática individual do médico (que podia até saber muito, mas não tudo, o que se conhecia sobre um dado assunto), para uma prática atual de equipes médicas especializadas (onde cada um sabe muito, mas não tudo, o que se conhece sobre cada fragmento do assunto). O entendimento da complexa literatura atual requer a participação de muitos especialistas e uma reflexão profunda e orquestrada quanto a hierarquização das evidências para que haja uma parcimoniosa aplicação prática do conhecimento.
Ao tratar de um paciente individual, onde qualquer equívoco para menos ou para mais no diagnóstico ou no tratamento pode custar a vida, todos os dados precisam ser considerados, revistos e confirmados antes do início da jornada de um tratamento oncológico. Este é um exercício de coordenação de trabalho em equipes compostas por seres humanos que tratam de outros seres humanos buscando o máximo benefício com o menor risco possível.
As certezas e intransigências do passado deram lugar a uma nova postura médica, onde a observação cuidadosa – e em tempo real – da evolução dos pacientes e a abertura para a consideração de críticas construtivas permitem rever planos de tratamento, incorporando condutas que possam beneficiar os pacientes. Uma postura de colaboração e humildade na prática médica evidencia todos os dias que há sempre o que aprender e melhorar.

Fonte: Veja.com

sábado, 22 de julho de 2017

GASPEC DE APODI PROMOVEU MAIS UMA PALESTRA!!

Foi boa a participação na palestra do Dr Thiago Demétrios na tarde deste sábado, 22 de julho no auditório da CDL de Apodi.
O GASPEC convidou e o povo participou, porque quer ter informações sobre a prevenção do câncer de cabeça e pescoço. Muito boa a participação! Ideuza Gurgel, presidente do GASPEC agradece a todos pela participação! Ela disse, "Agradeço a Deus por permitir uma tarde tão cheia de ensinamentos! Agradeço também a cada voluntário que abraça essa causa com muito amor e determinação e a todas as pessoas que participaram da importante palestra"!!